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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Barco das tentativas


A esperança é muito perigosa e sibila entre a comédia e a tragédia em vidas alheias. Ela dá alento nos momentos mais difíceis e logo tira o chão como que por brincadeira de pois de ter-nos agarrado a ela com tanto afinco.
Uma esquação simples retratando a vida como ela tem que ser. Não há outro modo de vivê-la, sem os trancos e barrancos, ou as pedras no caminho, não teria a mesma graça . Ultrapassar os desafios com vitória ou derrota até nos deixa mais fortes, mas quando a esperança nos é tirada, por qualquer coisa, de qualquer modo é deveras desolador.
É um dos subatantivos mais abstratos de qualquer língua e mais forte também. É como um suplemento tão revigorante para o espírito e creio que só os mais fortes tendem a não deixar esse sentimento tão revigorante e firme e também não esmorecer junto.
Posto isso, nós como reles seres humanos, tendo descontrole total dos sentimentos, embarcamos na velha música Tente outra vez.


domingo, 23 de outubro de 2011

Vulnerável proteção


É normal temer uma dádiva dos céus? Temer somente em ouvir tal palavra pelo simples fato de não ter motivos para confiar nas pessoas?
A entrega é retardada enquanto puder, quem sabe assim também retardo meu sofrimento. Porque certeza da felicidade não temos, mas a dor está sempre garantida no final.
A descrença é que me move. no caráter dúbio das pessoas, em seu modo usurpador de sugar tudo o que há de bom em você, dar-te memórias divertidas para chorá-las depois, em um lapso esquecer-se de você, como se sua passagem na vida dela tivesse sido irrelevante. Porque qualquer pessoa é substituível e nos enganamos muito pensando que somos únicos. Existem muitos "únicos" em nossas vidas e machucar os outros tornou-se tão banal que fazê-lo virou rotina.
Mas esse nosso coração tão malditamente humano adora fazer brincadeiras para assim, errarmos e consequentemente – é o esperado – não soframos novamente, aquela coisa chamada esperança que nos faz acreditar que o "para sempre" existe e nos doamos aos sentimentos mais contraditórios e seguindo o ciclo, chega uma hora que ser posto de lado quando mais se espera daquele relacionamento cansa seu coração e mente e como proteção, fechar-se para esse mundo que só muda para pior é a única saída, o único modo que se vê para tentar apaziguar a dor latente que nos consome.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

The Pain is temporary. The pain is forever.

The pain is temporary.

Que mentira. Acabo de sentir uma pontada dela aqui, no peito, mostrando estar ativa e reinante. Li isso em uma placa em um filme quase B de tão ridículo. A não ser aqueles socos e chutes gratuitos, sangue jorrando do nariz ou bochecha... ver outras pessoas sentindo dor é compensador. Será que para elas, a dor também é temporária?

The pain is forever.

Nesse momento, um presidiário idoso cai numa emboscada por estar "trabalhando" para outro presidiário durão e simpático. Para ele, a dor é temporária. Pois ele acaba de explodir, inteiro. Mas quem fez a bomba cai na sua própria emboscada em busca de uma prisão melhor: a dor dele é para sempre. Mas nele vejo uma semelhança. Será que cairei em minha própria armadilha tentando sair dessa prisão interna, que não me deixa sentir o ar do mundo lá fora? Sentir o mundo que invejo meus colegas viverem, livres e calmos, sabendo que esse mundo é deles. Será que cairei?

11-jul-10 às 00 h 26 min.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Explosão

Minha cabeça podia explodir, com tudo o que tem dentro que seria tão inutilizável quanto pétalas de rosa secas ao chão. Afinal, não preciso dela. Não preciso de coisas inutilizáveis. Quero o contrário, quero coisas novas. Não daria para trocar? Como se troca a roupa que ganhou de presente e não serviu em uma loja qualquer? Uma roupa que não me serve é tão inútil pra mim, quanto uma cabeça cheia de coisas desprezíveis que não me levam a lugar algum.

Olhando as pétalas secas, penso se não há um fim mais digno a elas, que enfeitaram essa sala, tão branca, marrom, azul e bordô que me encontro. Perfume, sabonete talvez? Dissolver-se é tão mais calmo que explodir. É tão pacífico que nem dá vontade de se despedir. Mas minha cabeça dói, fervilhando seu conteúdo questionador que tanto me aflige. Prefiro então, dissolve-la, calma e lentamente por um ralo qualquer.

10-jul-10 às 23 h 55 min

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Uma vida para mim



Enfim, hoje para economizar, ainda atingida pela crise fui lenhar no mato com meus pais.

Aqui perto de onde moro tem uns montes, my dog, será que moro no fim do mundo?
Uma cena realmente hilária. Quebrei gravetinhos e tudo mais, joguei um na minha mãe, ela também quase me deu uma galhada na cara... Foi quase que memorável.


Hoje dormi o dia inteiro e realmente enfreitei a aula de física.
Lembrei! Eu tinha colocado isso no twitter. Ontem, as 4 eu supostamente tinha uma aula interessantíssima de física quântica, mas depois de correr da minha casa até a professora ela abre a porta e me diz: "Mas Andiara! Nossa aula é amanhã!"
Ri tanto descendo as escadas que quase caí. Que idiotisse a minha.
Essa semana além de estar afetada psicologicmante também estou lerda... a fase (tu) - tartaruga - do msn voltou.

Alguém já se cansou de ouvir falar do Michael Jackson na TV?
Tudo bem que ele era o rei do pop, respeitasíssimo e tal, mas o homem já morreu, o que querem fazendo homenagens? Ele nem vai saber, fato.

Quinta também falei com meu amor platônico, e fiquei feliz.
Alguém sabe como se declara para amores quase impossíveis?
Porque eu tenho uma lista, tirando os famosos, rs.

Bom, ontem ganhei um livro: "A ciência médica de House - A verdade por trás dos diagnóstciso das séries de TV", do Andrew Holtz.
Lendo aquelas abinhas que tem no livro vi que o autor é jornalista especializado em medicina e mestre em Saúde Pública. Foi repórter na CNN e tudo mais. Tá até aí tudo bem, achei que o cara tivesse um trabalho respeitadíssimo em algum hospital. Mas ele e tão bom que é autônomo, puff. Que coisa hein?
Quem já viu House M.D.? Ou já ouviu falar no detetive fictício Sherlock Holmes? ... queria ler algum livro sobre ele.
Soube que ele foi a base para o criador da série fazer o Gregory House.

Bom, sei que esse post foi só para encher linguiça - AHAHAHA - mas não podia deixar às moscas, porque não quebro promessas.

'blogspot' porque nesse não posso postar mais de 1 vídeo por post e o mesmo acontece com asEstive pensando que se tudo isso que ofereço aqui for recíproco, vou mudar o blog para o famosofotos.
Mas como não tenho nada disso vai ficar nessa budega mesmo, rs.Ou até que eu enjoe.

Ah! O nome do post é por causa de uma fic que andei lendo de uma banda.
Na história um guitarrista famoso é acusado injustamente por atropelar e matar 5 pessoas, nenhum membro da banda dele acreditou e ele foi preso condenado a prisão perpétua mas 6 anos depois foi solto por descobrirem que tudo era uma farsa.
Eu chorei metalmente lendo - não sei porque, mas ultimamente as lágrimas só se acumulam em meus olhos, é menos esforço, pelo menos foi registrado, meu corpo chorou - e compadeci com a historinha.
1ª - Porque isso sempre acontece, você é acusado, seus companheiros que se criaram contigo acreditam em um idiota que se emte a fingir a verdade e então você se ferra sozinho.
2ª - Porque... não sei porque. Só gostei
3ª - Porque o autor é gay - tenho tara por gays - e quem posta é o namorado dele, e coloca declaraçõezinahs bestas nas notas finais, achei isso hilário.

Bom, vou indo e colaborando com o Huck: Vanessa, libera para Stefhany - mesmo protestando mentalemente por ela ter menos de 18 e aquele vozeirão! Eu trabalho a 3 anos minha voz e não tenho nem metade, bom coisas da vida, sempre terá alguém melhor que você, fato.